El Sevilla firma el peor debut español en Champions

Setembro 21, 2007

Han pasado 14 años desde el primer encuentro de un equipo español en la fase de grupos de la Champions. Aquel día el Barcelona empató a cero en su visita al Galatasaray. Desde entonces, 12 clubes nacionales han debutado en la máxima competición continental con suerte dispar. Así, hasta el pasado miércoles, sólo Real Madrid y Betis habían caído en su primer encuentro. Los madridistas perdieron por 1-0 ante el Ajax, mientras que el Liverpool ganó al Betis (1-2). Los tres goles que recibió el Sevilla en el Emirates Stadium le convierten en el equipo español que se estrena en Champions con peor pie.


Salgado se perfila como el lateral derecho titular en Valladolid

Setembro 21, 2007

Michel Salgado o Miguel Torres podrían reaparecer en el once inicial del Real Madrid el domingo en su visita a Valladolid, ya que las lesiones de Metzelder y Pepe han obligado a Bernd Schuster a probar diferentes alternativas para el lateral derecho. Ante la baja del central alemán, que sufrió una contusión en la rodilla contra el Werder Bremen, y la lenta recuperación de Pepe, lesionado desde el primer partido de Liga contra el Atlético, el técnico alemán busca sustitutos.


Frank Rijkaard com fantasma de Mourinho

Setembro 21, 2007

Na sequência dos maus resultados do Barcelona neste início de época, Frank Rijkaard tem o fantasma de Mourinho a acompanha-lo. Frank Rijkaard sabe que ao minimo deslize, José Mourinho pode vir a ser o treinador desejado no Barcelona, mesmo apesar da grande polémica à volta do treinador português.

Mourinho, que saiu do Chelsea com uma compensação milionária, apenas irá treinar o Barcelona, o Real Madrid, o Inter, o AC Milan, a Juventus ou a Selecção Portuguesa. Nenum outro clube do mundo terá possibilidade de atrair um treinador que já ganhou tudo e só quererá voltar a faze-lo num clube de dimensão mundial. Assim, Frank Rijkaard tem 20% de possibilidades de ser afastado. Contudo, dado que os outros potenciais clubes estão melhor situação que o Barcelona, a probabilidade disto acontecer é superior.


Rijkaard no ve bien a Ronaldinho y le pide que reaccione

Setembro 21, 2007

Frank Rijkaard, técnico del Barcelona, ha pedido a Ronaldinho “una reacción”, después de haberlo sustituido en los tres últimos partidos y aunque está convencido de que el brasileño “es recuperable”, insistió en que “de vez en cuando hay que sufrir”. El estado físico de Ronaldinho monopolizó la comparecencia de prensa del entrenador azulgrana.


Ronaldo afirma estar orgulhoso

Setembro 20, 2007

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Ronaldo viveu uma noite de sentimentos contraditórios. No regresso a casa, mas como adversário, o português decidiu o jogo marcando um golo – mas não festejando. “Foi uma sensação instantânea. Não tem explicação. Não festejei, fiz a vénia ao público e pronto… Quero saudar a maneira como os adeptos se manifestaram. Não esperava esta recepção, estou orgulhoso”, afirmou no final, horas depois de ter sido ovacionado em Alvalade. Quanto ao jogo, preferiu destacar os segundos 45 minutos. “Jogámos melhor na segunda parte, mas o Sporting tem todas as condições para passar à fase seguinte. Se calhar, tivemos mais sorte”, defendeu Cristiano Ronaldo.

Fica Scolari

Porém, não se falou só do jogo: falou-se também de um eventual regresso, garantindo que o faria “com enorme orgulho”, e de Scolari. “Fez o correcto [ao pedir desculpa]. Os treinadores também. Protegeu-se, não foi o correcto, mas só podemos estar ao lado dele. Ninguém fez o que ele fez por Portugal, com uma final no Europeu e meias-finais do Mundial. O que ele fez é espectacular para jogadores e País”, considerou, confidenciando um desejo: “Vamos ser apurados, e o que mais quero é que ele continue connosco.”


Ferguson elogia Cristiano Ronaldo e Van der Sar

Setembro 20, 2007

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Alex Ferguson não poupou elogios a Cristiano Ronaldo e Van der Sar, duas das principais figuras dos «red devils» esta noite em Alvalade. O técnico do Manchester United criticou o mau estado do relvado, mas gostou da atitude dos adeptos leoninos, que aplaudiram Ronaldo e Nani.

«É sempre importante começar a ganhar, para mais fora. O mau estado do relvado obrigou-nos a ter alguns cuidados. Na primeira parte tivemos alguma sorte, graças a Van der Sar, que fez uma grande defesa. Na segunda fomos a melhor equipa. Tivemos Ronaldo e mais uma vez Van der Sar, que fizeram a diferença», afirmou Alex Ferguson no final da partida.O técnico do Manchester United considerou «normal» a forma como Cristiano Ronaldo e Nani foram recebidos em Alvalade, adiantando que os adeptos leoninos «mereceram» o gesto do primeiro após ter marcado o golo (não festejou): «A recepção foi boa. Afinal, trata-se de um ex-jogador do Sporting, mas acima de tudo de um jovem com muito talento.»


Mourinho de saída do Chelsea

Setembro 20, 2007

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José Mourinho está de saída do Chelsea. O empate diante do Rosenborg na passada terça-feira, no arranque da Liga dos Campeões, apressou a decisão, que já terá sido comunicada pelo técnico português a alguns dos jogadores do plantel dos «blues».

Fonte em Inglaterra confirmou a A BOLA que os restantes membros da equipa técnica que colaboraram com José Mourinho ao longo de três épocas em Stamford Bridge também acompanham agora o técnico português, nomeadamente Baltemar Brito, Silvino Louro, Rui Faria e André Vilas-Boas.

Depois de ter causado grande impacto na chegada a Inglaterra, com a conquista de dois campeonatos consecutivos, José Mourinho começou na época transacta a passar por período menos positivo, acentuado por divergências com o dono do clube, o milionário russo Roman Abramovich.

Os resultados neste início de época na Premier League (três vitórias, dois empates e uma derrota) fragilizaram ainda mais a posição do «special one», pelo que o empate cedido em «casa» diante do Rosenborg (1-1) na passada terça-feira apenas serviu para precipitar a saída do técnico português. Para que tal se torne oficial falta apenas acertar os termos da rescisão de contrato, algo que deverá acontecer esta quinta-feira.


Noelia video pornografico

Setembro 11, 2007

Mais uma celebridade foi apanhada nas malhas dos videos caseiros praticando actos sexuais. Desta vez foi Noelia. O Video pornográfico circula já por toda a Internet e este escandalo promete atingir níveis similares ao que ocorreu com a Danielle Cicarelli.

Quando será que estas meninas ganham juizo?!?


Juliana Silveira flagrada com prostituto (golpe)

Setembro 10, 2007

Mais uma notícia escandalosa foi dada a conhecer recentemente: Juliana Silveira terá contratado serviços sexuais dum prostituto em São Paulo no intervalo do seu trabalho…

Saiba mais sobre esta notícia e outras clicando aqui!


A sedução no palco

Setembro 10, 2007

Embora planeasse ter mais tempo livre, 2006 foi um ano recorde para Cate Blanchett no que se refere ao volume de trabalho. Logo a seguir a filmar Babel, com Brad Pitt, no deserto marroquino, iniciou a rodagem de O Bom Alemão (ao lado de George Clooney), em Los Angeles. Daí voou para Londres, para filmar The Golden Age (com Clive Owen), seguindo para Montreal, onde rodou I’m Not There, e daí novamente para o seu país natal, a Austrália, onde anunciou que aceitara o convite para assumir a co-direcção (com o marido, o argumentista Andrew Upton) da Companhia de Teatro de Sydney a partir de Janeiro de 2008.

Em O Bom Alemão, interpreta uma alemã procurada pelo ex-amante, um jornalista americano (Clooney). Este acaba por se ver envolvido numa emaranhada teia de mortes, contrabando e espionagem. Realizado por Steven Soderbergh, que co-produziu vários filmes com Clooney, o filme reintroduz alguns dos conceitos estilísticos e dramáticos dos filmes
negros das décadas de 40 e 50.

Poderemos também ver Blanchett num tipo de drama muito diferente, contracenando com Dame Judi Dench em Diário de um Escândalo, em que encarna uma professora londrina que tem um caso com um aluno de 15 anos e é chantageada pela solteirona, possessiva e despeitada Dench. O filme irá provavelmente provocar controvérsia de ambos os lados do Atlântico e confirmar a crescente suspeita de que Blanchett é, actualmente, a mais destacada actriz do planeta.

Juntamente com o marido, Cate Blanchett, de 37 anos, divide o seu tempo entre Londres e Sydney, ao mesmo tempo que cria os dois filhos do casal, Dashiell John, de cinco anos, e Roman, com dois.

Sendo casada e mãe de dois filhos pequenos, o facto de ter trabalhado tanto no ano passado representou uma grande pressão para a sua vida familiar?
O trabalho stressa-me muito mais que os meus filhos. Adoro o tempo que passo a cuidar deles e a brincar… Os meus filhos são o meu oásis. Representar é sempre um processo que me mexe muito com os nervos. Isto faz parte da minha natureza, porque me faz chegar aonde eu preciso, como actriz. Como mãe, porém, descobri que quanto mais coisas me proponho fazer, mais coisas faço. Há quem tenha medo de ter filhos por temer que isso transtorne completamente a sua vida. Mas eu não tenho medo da mudança. Além disso, tenho a sorte enorme de ter um marido que me apoia muitíssimo e cuja profissão lhe permite ficar em casa quando eu estou fora.

Fascinante Cate Blanchett, que tem no Teatro a sua grande paixão, vai poder, em 2007, regressar às suas raízes profissionais e deixar para trás Hollywood.

A direcção da Companhia de Teatro de Sydney vai permitir-lhe um certo abrandamento?
Espero bem que sim! (Ri) Acho que me vou sentir menos ansiosa ao fazer as malas para ir passar três meses na Europa ou em Los Angeles se tiver a perspectiva de voltar a um lugar que me é familiar. Penso que a maioria dos australianos têm uma ligação profunda à sua terra e esse sentimento nunca os abandona. Vai ser óptimo poder voltar e sentir-me novamente envolvida na comunidade artística local. Além disso, quero que os meus filhos sintam o ritmo de vida de Sydney e conheçam esse mundo tal como eu me habituei a conhecê-lo.

Acha que este cargo vai mudar a sua vida?
É um novo desafio. A minha vida foi sempre assim: de vez em quando, leva um abanão. Nunca esperei ter a carreira que se me abriu desde que fiz Elizabeth. Tem sido tudo fantástico e penso que isso explica porque é que eu tenho mantido este curso, porque, de certa forma, sei que te-nho sido muito afortunada e não quis recuar, apesar do meu medo de encarnar constantemente novas personagens e de não atingir um nível de desempenho que me satisfaça.

Vai participar como actriz nas peças de teatro que a sua companhia vai encenar?
Depende do projecto. Mas a experiência de fazer Hedda Gabler (em 2003) foi tão positiva que quero mesmo estar envolvida na maior parte das produções que iremos levar à cena. Trata-se de um compromisso muito sério, e tanto eu como o Andrew estamos empenhadíssimos nele.

Isso significa que vai pôr um ponto final na sua carreira em Hollywood?
Não totalmente. Vamos ter três meses por ano para nos dedicarmos a outros projectos e isso permite-me continuar a fazer filmes. Por outro lado, tenho trabalhado tanto ultimamente – e 2007 parece ir pelo mesmo caminho – que esta mudança de ritmo virá mesmo a calhar. O teatro sempre foi a minha grande paixão, e vou ter a oportunidade de regressar às minhas raízes profissionais.

Falemos de O Bom Alemão. Toda a gente quer saber o que achou de George Clooney…
É de um encanto extraordinário e apoiou-me muito. Deve ter pensado que eu estava muito ansiosa em relação à minha personagem e sorria-me, o que me fazia descontrair um pouco. Além disso, tive a oportunidade de trabalhar com um grande homem, o realizador Steven Soderbergh.

Conviveu com George Clooney nos tempos livres?
Normalmente, sou bastante solitária quando estou a trabalhar. Tenho dificuldade em estabelecer relações muito próximas com os outros elementos da equipa. Tenho de ficar dentro do meu pequeno mundo e isso não deixa muito espaço para conhecer melhor as pessoas quando acabamos de filmar e regressamos ao hotel.

A sua carreira não tem sido típica das estrelas de Hollywood. Porque é que tem recusado ofertas de grandes estúdios em favor de papéis mais pequenos?
Acima de tudo, adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela em todos os filmes nem de aceitar papéis que forçosamente dirigirão as atenções sobre mim. Quando fiz de Katharine Hepburn em O Aviador, sabia que podiam criticar-me por não conseguir imitar bem o sotaque dela e exagerar na interpretação. Ora aí é que bate o ponto! (Ri) Nós queremos correr o risco de ser humilhados porque ficamos muito mais satisfeitos com o nosso trabalho se acabarmos por fazê-lo bem. É esse o princípio de repulsão-atracção que está aqui em jogo. Foi como quando aceitei um papel secundário em O Talentoso Sr. Ripley. Fi-lo porque a personagem tinha uma vulnerabilidade singular com que me identifiquei bastante.

“Adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela
em todos os filmes.”

Como é quando não está a trabalhar?
(Ri) Muito mais desorganizada… Depois dos 30 permiti-me a mim própria ser mais descontraída e não me preocupar tanto. Vive-se muito melhor assim.

Como é que a Cate e o seu marido conseguem conciliar a vossa vida familiar com tantas solicitações profissionais?
Nem sempre é fácil, mas o Andrew é um homem tão bom e tão forte que não me deixa sentir demasiado pressionada ou atormentada quando tenho tendência para me enervar ou para me sentir ansiosa. Ele tem sido a grande força pacificadora da minha vida e fez de mim uma mulher muito mais feliz. Acho que ter tido os meus filhos também alterou radicalmente a minha mentalidade egoísta, típica dos actores. Antes do nascimento deles vivia muito mais para o trabalho porque tinha tendência para achar que o mundo girava à minha volta e dependia dos papéis que eu aceitasse. Isso torna-se a nossa vida, por assim dizer. Mas o casamento e a maternidade forçam-nos a abandonar essa perspectiva obsessiva. Passa a existir um outro universo que ocupa as nossas energias, muito mais gratificante do ponto de vista emocional. Esse universo alimenta-me. A representação esgota-me.

É uma mulher mais fraca ou mais forte do que a imagem que os seus papéis projectam para o público?
O único sítio em que me sinto totalmente segura e em paz é em casa, com a minha família. Adoro essa sensação.


Alma, Sexo e Glamour

Setembro 10, 2007

Christina Aguilera nunca se coibiu de provocar. Ao longo da maior parte da sua carreira, e especialmente com o seu famoso videoclipe Dirrty, procurou usar o sexo como um aríete irónico para pontuar e promover a sua música. Dotada, porém, de uma voz celestial (ou diabólica), mostrou que tem mais para dar que vácuos devaneios pop. No seu último CD, Back to Basics, Aguilera abandona a sua personagem Xtina/Grande Meretriz e converte-se numa vampe loura platinada ao estilo de Jean Harlow, armada de um som soul revivalista mas, ao mesmo tempo, surpreendentemente novo.

“É desta música que eu gostava em criança”, nota Aguilera. “Há nela muita emoção e vulnerabilidade, e também muita dor, sentimentos com que me identificava quando era uma rapariguinha com um ambiente familiar violento. Ouvia aquelas canções vezes sem conta, para me abstrair da destrutividade que existia na minha casa. Eram a minha fuga, e por isso sempre me senti profundamente ligada a esse tipo de música.”

Ao render homenagem a Billie Holliday, Aretha Franklin e várias influências da soul e do jazz dos anos 20, 30 e 40, Aguilera corre o risco de desagradar à maioria dos seus fãs, na faixa da adolescência, e de provocar a hostilidade dos críticos por estar fora da sua coutada ao interpretar clássicos do passado. Mas a antiga garota do Clube Disney mostra que é uma mulher de armas quando se trata de utilizar todos os recursos da sua voz. Além disso, é refrescante ver uma diva da pop abandonar o território que lhe é familiar para dar um abanão no seu destino artístico.

A revolução musical de Aguilera ocorreu no contexto do seu casamento, há ano e meio, com o produtor discográfico Jordan Bratman. Na entrevista que se segue, a cantora reflecte sobre a sua recente metamorfose musical e pessoal.

É notável a sua transformação em Back to Basics. Gosta de reformular a sua imagem e a sua música?
Para mim, é importante explorar diferentes rumos musicais e artísticos. Não é apenas um estratagema ou uma manobra publicitária, porque não é uma estratégia prudente, longe disso. Gosto de pensar que estou a correr alguns riscos artísticos ao apresentar este tipo de música, porque sei que não é isso que as pessoas esperavam de mim. Mas acho que é uma atitude saudável.

E o visual Jean Harlow/anos 40?
Quis mudar a minha aparência de modo a que ela reflectisse o que estava a sentir em termos da música que me interessava fazer. No meu caso, entrar no espírito da música ajuda-me a aproximar-me do espírito dos tempos e dos artistas de uma época. O bâton vermelho, o penteado e o visual fazem parte da minha integração na vida e na música desse tempo. Tal como um actor, entro numa personagem e quero viver na sua pele.

Foi-lhe difícil “vender” um álbum assim à sua editora?
Há alguns anos mudei de produtor. Adquiri um controlo muito maior sobre a música que faço e estava determinada a gravar um álbum deste género. Acho que já atingi um nível de êxito que, de alguma forma, me dá o direito de mudar de rumo e não me limitar a fazer outro CD parecido com o Stripped ou o que quer que o público estivesse à espera ou fosse comercialmente mais rentável. Adoro esta música e penso que haverá muita gente interessada em me ouvir num registo diferente, com tanta alma, emoção e sentimento.

Acha que um CD deste tipo amainará um pouco a tempestade e a controvérsia que o seu álbum Stripped e o videoclipe Dirrty provocaram?
Não sei, acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra. O álbum Stripped reflecte o meu lado sexual, que eu não tenho receio de expressar. Penso que as mulheres deviam abraçar a sua sexualidade, porque é uma parte fundamental da natureza humana e não deve ser reprimida. Não se deve esperar das mulheres que obedeçam a quaisquer normas ou modelos de bom comportamento ou decência. Quem é que os define? As mulheres devem poder traçar os seus próprios limites.

Tem necessidade de provocar?
Gosto de ser capaz de ultrapassar barreiras, de ser ousada, de não me retrair. É a vantagem de ser cantora: posso libertar toda a energia que está dentro de mim e utilizar a minha música e a minha presença física para me definir e expressar emoções profundas. Não tive uma infância e uma adolescência fáceis – e com isto não estou a pedir às pessoas que sintam pena de mim ou coisa do género –, e este álbum exprime muitas das sensações que retenho dessa época da minha vida. Acho que é saudável falar destas coisas. A minha música tem uma vertente catártica.

É importante para si poder abrir-se ao público tal como faz neste álbum?
A tristeza é uma emoção que toda a gente pode partilhar e compreender, e espero que as pessoas encontrem algo nas minhas canções que as toque. É sempre bom saber que não estamos sós no mundo, que não somos os únicos a passar por momentos difíceis ou a não sentir a felicidade que desejamos.

Nunca teve medo de se vestir de forma bastante ousada ou de falar abertamente sobre sexo…
Adoro roupas sexy. Por que não haveria de gostar? É divertido sair por aí a pavonear os nossos dotes. É claro que podia ser mais discreta, recatada e reservada, mas não seria eu própria. Sinto-me bem com a minha sexualidade e com o meu corpo e acho que é uma atitude mais sadia do que sentir-me embaraçada em relação a questões que tenham a ver com o sexo ou ter vergonha de ser expressiva.

Mencionou um ambiente familiar hostil. [O pai de Aguilera, Fausto, batia na mãe até que esta o deixou, quando a cantora tinha sete anos]. Back to Basics foi uma forma de lidar com essa etapa do seu crescimento?
As letras e o que senti quando estava a cantar estas canções tiveram muito a ver com isso. A música tem o dom de evocar memórias e sentimentos quando a escutamos, e é isso que me acontece quando escrevo ou canto. É uma emoção avassaladora.

Uma das canções de Basics, Save Me From Myself, é dedicada ao seu marido, Jordan Bratman. Que efeito teve a presença dele na sua vida?
Quando se tem um pai violento, uma série de modelos masculinos muito negativos na nossa vida e se conheceu tipos pouco recomendáveis que tentaram manipular-nos, precisamos de alguém que possa modificar rapidamente essa percepção e salvar-nos das nossas piores tendências e atitudes. Jordan é o meu protector, o meu herói; afastou-me de todas aquelas paragens sombrias em que a minha mente costumava internar-se. Perdi muito tempo à procura de uma figura paternal nos homens errados, e Jordan é o primeiro homem na minha vida que realmente me amou e me tratou com respeito, como mulher e como pessoa. É muito importante para mim.

Como vê o seu casamento?
É uma coisa muito bonita. Tem sido uma revelação ter este homem forte e carinhoso na minha vida. Sei que ele está sempre disposto a apoiar-me e a defender-me. Embora possa não parecer, às vezes sinto-me frágil e vulnerável, e Jordan faz-me sentir muito mais segura.

Preocupa-a que a fama possa afectar o seu casamento, ou a possibilidade de poderem discordar quanto ao seu rumo artístico?
Jordan tem uma coisa excelente: não me quer moldar, quer deixar-me ser quem sou e seguir o meu instinto. É um homem muito calmo, muito sereno. Aconselha-me, mas de uma forma construtiva. Não há palavras para exprimir como é importante ter esta presença terna e reconfortante na minha vida. Esperei muito tempo para encontrar estas qualidades num homem.


Juliana Silveira flagrada com prostituto (golpe)

Setembro 7, 2007

Mais uma notícia escandalosa foi dada a conhecer recentemente: Juliana Silveira terá contratado serviços sexuais dum prostituto em São Paulo no intervalo do seu trabalho. O alegado prostituto prestaria serviços, em troca de elevadas quantias financeiras, a mulheres da alta roda, entre elas atrizes, cantoras e mulheres de milionários.

Entretanto estas notícias vieram a comprovar-se falsas e a foto que foi tirada não tem relacionamento entre Juliana Silveira e o cara que aparece, o qual, pelo que se sabe, nem tão pouco é prostituto!

Mais um caso que apenas pretende agitar os media!


Christina Aguilera defende Britney Spears

Setembro 7, 2007

Christina Aguilera defendeu Britney Spears e assegurou que a artista é uma excelente mãe para seus filhos, Sean Preston e Jayden James, apesar dos comentários da imprensa americana.

Aguilera, que está grávida de seu primeiro filho com seu marido Jordan Bratman, comentou que a artista sempre esteve forte sob a pressão da mídia:

“Britney é uma boa pessoa e uma boa mãe. Ela tem estado sob muita pressão desde sua infância. Eu não acho que qualquer um possa julgá-la e fazer conclusões precipitadas a seu respeito. Ela realmente ama seus filhos”, disse Christina.