Hilary Swank – Mulher de Fibra

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Quando se pensa em beleza feminina, Hilary Swank é um caso à parte. Michael Sragow, o crítico do jornal americano Baltimore Sun, descreveu com precisão esta actriz de 1,65 metros, de descendência espanhola e nativa americana, salientando que “ninguém a supera quando se trata de apresentar uma personagem plana, mas que depois ganha espessura pelas experiências que se desenrolam diante dos nossos olhos”. Paradoxalmente, reafirmando traços e poses masculinas, embora igualmente sedutoras, cativando e deixando a sua marca.

Incontornável é falar de Teena, a rapariga que se fez passar pelo jovem Brandon, em Os Rapazes não Choram, valendo-lhe o primeiro Óscar, em 1999. “Não sei o que fiz nesta vida para merecer isto”, disse no discurso de agradecimento. “Sou apenas uma rapariga que veio de um parque de roulottes e que tinha um sonho.” A verdade é que, cinco anos mais tarde, esse “sonho” era superado com a transformação física e interior da pugilista Maggie, em Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos, garantindo-lhe o segundo Óscar.

Mesmo assim, não são estes dois prémios que mais impressionam na carreira da jovem adolescente vegetariana oriunda de Bellingham, Washington. É sobretudo a disponibilidade física para se superar a si própria. Algo que foi alimentando desde a adolescência com a dedicação aos desportos radicais, como sky diving, rafting, ski ou natação, distinguindo-se ainda nas olimpíadas juvenis de natação da sua cidade. Essa destreza daria os seus frutos em Buffy, A Caçadora de Vampiros, em 1992, o seu primeiro contacto com o cinema de terror juvenil, dois anos mais tarde repetida em The Karate Kid (1994), o filme que a lançaria definitivamente numa carreira marcada ainda por filmes como The Gift, com Cate Blanchett e Keanu Reeves, e Insomnia, com Al Pacino e Robin Williams.

Mais recentemente, surpreendeu com a inesperada e andrógina personagem que emerge de A Dália Negra, de Brian de Palma. Actualmente, já depois do divórcio com Chad Lowe, com quem viveu nove anos, assumiu a relação com o seu agente, John Campisi. No cinema, poderemos vê-la num regresso ao cinema fantástico, em As Pragas, no papel de uma missionária descrente que investiga uma recriação das pragas do Velho Testamento. Isto antes de a vermos em Freedom Writers, no papel verídico da professora Erib Gruwell, e no seu mais recente trabalho, uma cedência ao género da comédia romântica, em P.S., I Love You, em 2008.

Uma resposta para Hilary Swank – Mulher de Fibra

  1. ferzinha disse:

    ela ehhh d + da conta !!!!!a mulher eh simplesmente linda!!!!!!!!!

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