Milionária, actriz, cantora e empresária. Mas também uma “romântica incorrigível”

Talvez a História a recorde como a primeira mulher que conseguiu, na mesma semana, ter um disco, J-Lo, em primeiro lugar de vendas, e um filme, Resistir-lhe É Impossível, no top das receitas de bilheteira. Ou talvez se lembre que foi Jennifer Lopez a primeira actriz latina a receber um milhão de dólares para trabalhar num filme – o biopic Selena – onde canta e dança. Ou a primeira actriz latina a ser chamada à capa da Vogue.

Todos estes feitos e ainda o já ter recebido nomeações para os Globos de Ouro e para os Grammies não se traduzem no reconhecimento da crítica. No cinema, esta descendente de porto-riquenhos já passou pelas mãos de realizadores como Francis Ford Coppola, Bob Rafelson, Oliver Stone, Steven Soderbergh e Lasse Hallstrom, bem como pelos braços de Sean Penn, George Clooney, Matthew McConaughey, Ralph Fiennes e Richard Gere. Paradoxalmente, continua a ser olhada como uma estrela de comédias românticas.

Na música, os cinco álbuns publicados em inglês renderam-lhe mais de 45 milhões de cópias vendidas. Mas é a sua desenvoltura como dançarina que mais se faz ressaltar. Criou as suas linhas de roupas e acessórios (JLO, Sweetface, JustSweet), as suas marcas de perfumes (Glow, Miami Glow, Glow After Dark, Live, Still) que alcançam uma receita bruta anual de cerca de 374 milhões de euros.

Agora, chega a hora de sair em combate pelo mercado latino: Como Ama Una Mujer, primeiro álbum em espanhol, repartido entre os arranjos dançantes e as baladas de “coração partido” e co-produzido pelo marido, Marc Anthony, vem colocá-la no mesmo segmento de mercado onde avultam Shakira, Paulina Rubio ou Gloria Estefan. De resto, ainda este ano deverá sair nova edição – mas em inglês.Com tudo isto, depois de dois casamentos rápidos (um de 10 meses, outro com menos de ano e meio), falhados os publicitados romances com Sean Puff Diddy e Ben Affleck, descoberta a estabilidade com Anthony (três anos de casamento a festejar em Junho), Jennifer anda à procura de uma “bênção”: ser mãe. O relógio biológico não pára. E, por enquanto, ela também não.

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