Vanessa Gerbelli grava cenas de ‘Amor e Intrigas’ no Rio

maio 12, 2008

Os atores Vanessa Gerbelli, Luciano Szafir e Cláudio Gabriel gravaram cenas da novela Amor e Intrigas, da Record, nesta terça-feira, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro.

Na cena, Jurandir (Claudio Gabriel) segue Alice (Vanessa Gerbelli) para matá-la. Alice resiste e consegue se livrar de Jurandir, que corre atrás dela.

Felipe (Luciano Szafir) vai atrás de Alice e acaba tentando salvar sua amada, ele briga com Jurandir e acaba levando um tiro no ombro.

Amor e Intrigas é exibida de segunda a sexta-feira pela Rede Record por volta das 21h.

Confira as fotos clicando aqui!


Nos oitavos em 1ª classe

dezembro 12, 2007

Antes das causas, a boa consequência: o FC Porto acabou a fase de grupos da Liga dos Campeões no primeiro do lugar, o que dá prestígio, ajuda a acumular milhões e fica bem ao único português a consegui-lo a este nível. São precisos mais de 10 anos para encontrar tamanha façanha no historial portista. Menos demorada é a viagem para recordar os momentos do jogo que o FC Porto, em princípio, não precisava de ganhar, mas que cedo passou a estar obrigado a vencer. Pelo prestígio, pelos milhões e pela tranquilidade. Aos quatro minutos o quadro electrónico do Estádio do Dragão anunciou o primeiro golo do Liverpool em Marselha. O FC Porto mantinha-se na Champions, mas descera para o segundo lugar. Ainda assim, não era esse o maior dos problemas dos dragões, incompreensivelmente prisioneiros da falta de ambição do Besiktas. Para quem necessitava de vencer, a equipa turca ficou pelo discurso de ataque, defendendo, na prática, com todos os jogadores atrás da bola e escorada num meio-campo de quatro unidades em que apenas Delgado jogava para a frente. Olhando para a frente o FC Porto confrontava-se com duas barreiras defensivas do Besiktas. Não era suposto ser assim, e por isso o FC Porto, que até começou a atacar, decidiu ser paciente, esperando que a necessidade turca os levasse a cometer a “ousadia” de atacar. O FC Porto gosta de ter espaço e não o estava a ter num jogo que se ia perdendo num género de mini-campeonato de passes perdidos, aqui e acolá abalado pelas iniciativas de Bosingwa, Quaresma e Tarik. Como o Besiktas continuou a não mexer uma palha, o FC Porto perdeu a paciência quando o adversário fazia contas ao que podia fazer na segunda parte com o 0-0. Acelerou uma, duas, três vezes nos últimos cinco minutos e e isso foi suficiente para cavar a primeira vantagem no marcador. Lucho “chutou” para golo e levou o FC Porto para o topo da classificação. O jogo nunca mais seria o mesmo, até porque na segunda parte o Besiktas foi, finalmente, o tipo de adversário que os portistas mais desejavam e porque fez questão de regressar veloz, pressionante e atacante para a segunda parte. Com os turcos a mostrarem-se incapazes de tapar as “fissuras” que iam-se abrindo na sua defesa, aconteceu o que se esperava: por volta do primeiro quarto de hora da segunda parte, Quaresma, que já em Istambul desfizera a intenção turca de não perder, fez o gosto ao pé direito. Perante o 2-0, o adversário nunca mais se levantou e o FC Porto passou então a gerir o jogo e os jogadores ao ponto de ter sido possível substituir Fucile e Lucho por razões meramente físicas. E sem que nada mudasse até ao apito final que marcou o triunfo absoluto do FC Porto num grupo em que o Liverpool foi segundo, apesar de ter marcado 17 golos…

FC Porto 2 – Besiktas 0

Estádio do Dragão, Porto
relvado bom estado
39508 espectadores
Peter Frojdfeldt [Suécia]
Henrik Andren + Fredrik Nilsson
Daniel Stalhammar

FC Porto
treinador Jesualdo Ferreira
1 |Helton GR
12 |Bosingwa LD
2 |Bruno Alves DC
3 |Pedro Emanuel DC
13 |Fucile LE a 74′
6 |Paulo Assunção MD
16 |Raul Meireles MO
8 |Lucho MO a 81′
17 |Tarik AD a 73′
7 |Quaresma AE
9 |Lisandro AV

33 |Nuno GR
14 |João Paulo DC
5 |Cech LE d 74′
18 |Bolatti MD d 81′
11 |Mariano Gonzalez AD
28 |Adriano AV
23 |Hélder Postiga AV d 73′

GOLOS
1-0|44′ Lucho González
2-0|62′ Quaresma

Amarelos
23′ Quaresma

VERMELHOS
Nada a assinalar

Besiktas
treinador Ertugrul Saglam
1 |Rustu GR
22 |Tandogan LD
58 |Toraman DC
8 |Mercimek DC
19 |Uzulmez LE
18 |Cissé MD
7 |Yilmaz MO a INT
10 |Delgado MO
21 |Ozkan AD
13 |Bobo AV
14 |Tello AE a 84′

84 |Arikan GR
2 | Kurtulus LD
78 |Kas DC
3 |Sedef LE
41 |Avci MO
55 |Akin MO d INT
9 |Higuain AV d 84′
Amarelos
44′ Rustu |64′ Bobo | 87′ Akin
VERMELHOS
Nada a assinalar


Ancelotti diz que o que está em causa é “a vontade Mourinho em treinar o Milan e não o contrário…”

dezembro 12, 2007

Carlo Ancelotti, actual treinador do Milan, diz-se pouco preocupado com as notícias que apontam para a chegada de José Mourinho ao clube na próxima época, para o substituir. De acordo com o técnico italiano, o que está em causa é a vontade Mourinho em treinar o Milan e não o contrário. “Tenho contrato com o Milan até 2010. Li essa notícia num jornal, mas penso que, mais do que a vontade do clube em contratar Mourinho, está em causa a vontade do Mourinho em treinar o Milan. Se ele manifestar interesse, isso representará uma pressão positiva para mim, mas estou concentrado na presente temporada, pelo que não me distraio com esses rumores”, afirmou Ancelotti esta manhã, durante a conferência de imprensa de lançamento do jogo com o Urawa Red Diamonds, para o Mundial de Clubes.


Notícias Internacionais: HOW’D THEY DO IT? Comments from leaders on the U.S. Greco-Roman World Team Title

dezembro 3, 2007

USA Wrestling asked a number of wrestling leaders for their thoughts concerning the historic 2007 U.S. World Greco-Roman Team, which made history by winning the World Team title for the first time. Many of these people were coaches and athletes during the years in which the U.S. Greco-Roman program grew and improved. Others are very involved with Greco-Roman at this time.

All shared a sense of pride and joy in the U.S. team victory in Baku, Azerbaijan this year. We list their comments in alphabetical order below.

Note: A shorter edited version of these comments was published in the December 2007 issue of USA Wrestler magazine.

Jay Antonelli, 2007 U.S. World Team Coach

I credit Steve Fraser and his running of the team. He has a great group of supporters, with the resident coaches and volunteer coaches. The key was his getting people to believe that his way of training is the answer. Steve got the wrestlers and the coaches to believe we could win the title. There was a lot of hard work from everybody involved. The athletes believed in the training, in the coaches and in each other. You can’t just get on the podium some day. You have to imagine it first.

The other countries saw us and respected us. We have had some good performances before. But on the national level, this brings us up. We have always been second fiddle to freestyle in this nation. It is a much more natural fit with our college style of wrestling. But now, Greco-Roman should get a better crop of athletes from our nation.

If you saw how things worked at the World Championships, you would see that it all came together. We knew what we had to do. We all had a piece of the pie and together we got it done. Steve Fraser was the conductor; he put all the pieces together.

John Bardis, 2007 U.S. World Team Leader

I think the credit first goes to Steve Fraser, who had the vision a long time ago, when they did not see us as a World power as a team. To build a concentrated focus on Greco-Roman with year round training, with training centers in Colorado Springs and at Northern Michigan, made such a difference. It allowed us to attract top notch coaches from other nations, such as Ivan Ivanov, Momir Petkovic, Anatoly Petrosyan. He energized the top American coaches in the program. We have developed a best of breed. It has caused a transition in what we teach and has kept us on the cutting edge.

We took top athletes from partial-year programs and put them in a year-round training environment. It would be impossible to compete worldwide if we did not have a full-time training schedule. Steve has done this through the support of USA Wrestling. He has recruited the best Greco-Roman wrestlers in the world to come here to train with us. We found that these athletes have nothing on our athletes. It has improved our confidence levels. We have also developed a team camaraderie. When you are overseas, all you have is each other. That can’t be built in 30 days. Our team relies on the strength of our bond to keep us motivated and confident in hostile environments.

I was third in the Olympic Trials in Greco-Roman in 1976. We are so far ahead of where we were then. This would almost make 1976 unrecognizable to us. Our stars were few and far between and our depth didn’t exist. We had good athletes, but we didn’t have many good Greco-Roman wrestlers. Now we do. These were the guys on whose shoulders our current wrestlers stand.

Wayne Baughman, Hall of Fame member as coach and athlete

When I heard, I was elated, pleased and surprised. In all honesty, I never believed it would happen. I am happy for Steve Fraser and all the coaches and athletes who were part of this. When I heard about it, I was leading the cheers. This is the greatest thing for Greco-Roman wrestling and for wrestling in general. We are in good position with that victory to win at the Olympics next year. It was about building up more respect for American Greco-Roman over time.

At the 1960 Olympics, I had a medal locked up going into the last match, and had a comfortable lead on the Russian. The winner would get the silver and the loser would be fifth. I got a little careless and got hip locked. I was disappointed not getting that silver medal. If I got it then, it would have increased the respect for American Greco-Roman. After that, we got a few medals over the years. It has been a long hard battle. The international community was against us for so long. We were making inroads. We have had individuals do well over the years. The good thing is that the team won it. Many contributed to the victory, not just one or two champions. It was the greatest thing in the world.

Jeff Blatnick, 1984 Olympic champion

The U.S. World Greco-Roman Team title is significant for a few reasons. It is the first by a U.S. Team. It occurred outside of this country, so nobody can claim home mat advantage. The U.S. Team performed great despite not having World Champ Joe Warren. It happened the year before the Olympics, qualifying the bulk of the Team. This is definite momentum going into China for the Games. For Dremiel Byers, it is picking himself up from last year and delivering in the clutch. Perhaps this match, in terms of the program, is every bit as noteworthy as Rulon’s win over Karelin for an individual crown. Most of all, it validates a man’s mission to be the best as a wrestler and a coach. Steve Fraser is the face of the U.S. program. It is his grind on a day-to-day basis that has produced these truly remarkable results.

Dan Chandler, Olympic and World Team Coach and 3x Olympian

You have asked me for some quotes regarding the U.S. Greco team’s World Title. I apologize if I expound too much, but this is a happening that I was not sure would ever happen. Our Greco-Roman program has had its share of trials and tribulations. There have been some remarkable individual achievements, but to dethrone Russia and the other perennial powers and win the team title is too delicious for words.

In order to completely appreciate the magnitude of this event, one has to know the history and have suffered some of the abuse that has been heaped upon the US Greco program over the years. Through it all, our “Greco Family” has stuck together in the knowledge that somehow, somewhere, sometime all the hard work would pay off.

The significance of this World title to a Greco fan is similar to the Mets winning their first World Series. To truly grasp how significant this is, you have to know where we came from. We came from a frightening place.

What made this achievement possible? First and foremost is Steve Fraser’s leadership and planning. He has used the resources at the USOTC to absolute maximum benefit. He has also assembled a coaching staff that is second to none. He has inspired this program. Every Greco team in the World wants to come to our training center. The benefits of training at the OTC and the USOEC are obvious. If you aren’t there, you are not in the game.

Our Greco athletes are the best in the world. Our entire team worked their butts off all year. Dremiel Byers wins a bronze medal which is a remarkable accomplishment, but to win that match with that kind of pressure! That took some world class poise!

USA Wrestling has made a total commitment to Greco. Our top three guys at each weight get lots of international matches and training. When I competed the only international matches we had were at the World Championships every year.

In Minnesota and all over the country there are a lot of old Greco guys that were pioneers of American Greco. I am talking about guys that wrestled in World Championships in the 50’s, 60’s and 70’s. For many years there was no Greco program in the United States, no Greco Coaches, just Greco wrestlers. These guys more than anyone else understand the significance of this Championship.

Mike Chapman, Wrestling Historian

The stunning success of the American Greco-Roman team validates what all wrestling fans have always believed – that hard work, perseverance, discipline, dedication and, most of all, heart, pays off over the long haul. Goals were established, a structure was put into place that could help the team reach its goals, and then the right coaches were hired.

I am most happy for the pioneers – men like Dean Rockwell, Joe Scalzo, Alan Rice, Brad Rheingans and Dan Chandler – because they blazed the path. Then I am happy for men like Steve Fraser who weren’t afraid to dream big, and talk about those dreams. But, as always, the lion’s share of the credit has to go to the athletes. They trained like madmen, and got the job done.

This is huge for wrestling in America at all levels, because it shows that incredibly hard work can pay off with incredibly big rewards. It’s also big for USA Wrestling because it shows the system will work when the ingredients are mixed correctly and everyone buys into the process.

When I first received word of the world victory, from none other than Alan Rice, I felt a sense of pride even though I personally had done nothing to contribute. It was just a great feeling to know that “our guys” were the best in the world in one aspect of the toughest sport on the planet.

Joe DeMeo, Greco-Roman coach and pioneer

It is remarkable that we were able to almost win last year, then we came back and won this year. It is a credit to the athletes and Greco-Roman coaches in this country. It has been a small number of people working for a long time. A lot of credit goes to USA Wrestling, the entire staff, especially the national resident coaches. I have always thought we could win it. If a little country like Cuba can win it, how could we not? Our biggest challenge was getting the athletes who could do it.

When Steve Fraser took over, he had run a business and was capable of organizing things at a higher level. We got the better athletes, some top quality athletes. Every weight class this year, we had top quality athletes. Every year, we got a little bit better. But it has been a struggle. We don’t have 500,000 athletes in Greco-Roman like they have in Russia. But we beat Russia. We have like 5,000 athletes in the USA who identify themselves as Greco-Roman wrestlers. It is a phenomenal result. It is amazing that we are able to beat these countries that have more Greco-Roman wrestlers and Greco-Roman coaches than we do.

Our upside is great. We can be much better in the future than we are now. We have the ability to develop more clubs, develop our state associations and get more Greco-Roman coaches that know the techniques. We can become better and better.

Rich Estrella, 2007 U.S. World Team Coach

I found it interesting that the guy who won our first Greco gold medal at the Olympic Games was the same guy who had the vision to say we could be the best in the world. That is our National Coach Steve Fraser. There is some irony here. He is fanatical. He felt he could do it as an athlete, and as the coach, he felt we could do it as a nation. It is fitting that he brought the vision and helped the USA become 1st in the world.

We have had milestones. You can go back to the 1984 Olympics, and the strong performance at the 1996 Olympics. Later in 1996, we had five gold medalists at the World Cup. For the most part, they were individual achievements. What makes this important is this was a team effort. This will percolate down through the entire program, right down to the Kids level. It is important that our youth see this. Now we have to live like champions for all the people who come after this season. Because we won, we won’t sit on our laurels. We have already gone back to work.

Steve Fraser, National Greco-Roman Coach and 1984 Olympic champion

We have come a long way in the sport of Greco-Roman wrestling. Our country did not traditionally have a strong developmental system in the style because of our folkstyle emphasis. It has been a process that many coaches, athletes and Greco-Roman supporters have stayed focused on, even through many long hardships. There were many years of not producing the teams we had hoped to produce.

This means a tremendous amount to all of the pioneers who have been involved such as Alan Rice, Dean Rockwell, Bill Martell, Dan Chandler, Joe DeMeo and many others. It has been a great reward for us to finally realize the dream we have had in Greco.

It has always been my belief that we can do it. We have the athletes, coaches and resources to accomplish this goal. It has been my belief that you have to constantly remind people that we can achieve it. Some years it was hard to do that. We had a few years in the dumps. Those years separated the men from the boys. We had to ask ourselves many things. Do we really believe it? Can we overcome this adversity? Can we get focused on what we can do to win?

I have been fortunate enough to surround myself with great individuals, starting with my staff of Anatoly Petrosyan, Momir Petkovic, Ike Anderson, Ivan Ivanov and Jim Gruenwald. Those guys had to execute the plan, and show that they had the faith and confidence that if we do the right things we could achieve the mission. We have a diverse group of coaches in this nation. We all bring a different flavor to the pot. It has been my job to stir the pot. They are the ingredients that make it work.

Rulon Gardner, two-time Olympic medalist and 2001 World champion

It was pretty amazing. It was exciting to see Brad Vering grow up like he has, starting as Matt Lindland’s workout partner and working out with me in the early years. He never stopped training hard and taking every opportunity to get better. Every person on the U.S. team has that mentality. If you have that mindset every day, you can become champions. I was part of a great system, the chain that makes Greco-Roman wrestling the power that it has become in the United States. We have to give a lot of the credit to Steve Fraser, USA Wrestling and many others for giving the athletes the opportunity to believe in that dream.

Dennis Hall, 1995 World champion and 1996 Olympic medalist

For the guys on the team, it is a huge success. They put in a lot of time. Most of them are veterans, and have been around the sport. With all the rules changing all the time, it is not an easy task. I give them a lot of credit for getting it done as a team. It is tough when the rules change so much. It would be easy to give up on it. None of these guys had that attitude. Brad Vering is a perfect example of that. In 2004, he was close to getting a medal, then they changed the rules completely in 2005. He stayed with it. This is a tribute to the whole USA staff. They perservered, overcoming all the obstacles. The world knew we were not fond of the reverse lift. We adapted and won anyway. It will be interesting to see if the rules change again after 2008. Greco-Roman wrestling in the USA is getting the credit it deserves. In the past, when a wrestler got a guy from the USA, they might think it was an easy match. Now, if they get a guy from the U.S., they are not happy about it. It shows how far the program has come.

Mike Houck, 1985 World champion and past National Coach

When I heard about it, I had goose bumps. It was an amazing sense of pride. Years ago, the USA wrestlers were the good draw overseas. Here is a sport that went from not having a chance to a few decades later becoming the World champions. USA Wrestling took this program seriously, and with the support of the U.S. Olympic Committee, it was achieved. It was a huge team effort over 50 years. Every generation was better than the generation before it. This is a huge tribute to our sport. Winning the world championships as a team was truly a rags to riches story. There has been a core group of wrestling people with the commitment and belief that it could happen. They spent their entire lives dedicated to this pursuit.

When USA Wrestling started the national team program, and when the USOC provided Olympic Training Centers in Colorado and Michigan, it made a big impact. We went from when we had no coaches, to having a team of professional coaches. Nothing happens with out vision, belief and commitment.

Dennis Koslowski, two-time Olympic medalist and past National Coach

It brings back memories of 1983, when I went to my first Worlds and we mostly got wiped off the mat. I placed sixth, and it was our best finish. I won our first medal in a non-boycotted Olympics in 1988. We have to thank the Mike Houcks, the Greg Gibsons who started winning on the World level in the 1980s. A lot has to do with the resident program in Colorado Springs. It has meant a lot to the development of this program. I watch the Trials and the Olympics, and most of the U.S. Greco-Roman athletes are coming from there. We went from a smattering of a club system to a much more consistent training environment. All of these things made a difference. It is pretty exciting. I had to read it a couple of times when I first saw it.

Jim Ravannack, USA Wrestling President

The exciting part of this achievement has been the growth of the Greco-Roman program. For us to be so close last year, with a champion and several medals, and then to come back a year later and see our team step up, is very rewarding. It has been a collaborative effort from everybody, from our support staff, our volunteer coaches, our national staff, the athletes and their families, the officials and the fans. This is history in the making. To be a part of it was a sense of overwhelming joy. To see Steve Fraser lift the trophy in the air, our first Greco-Roman Olympic champion and our National Coach, was doubly special. The Greco-Roman community is a tight-knit family. Their ability to work as a unit is what I am most proud of. Winning the team title the year before the Olympic Games gives us momentum going into next year.

Alan Rice, Greco-Roman coach and pioneer

It is very significant. We were so late in the game. If you look at freestyle, it is a young sport worldwide. When we went to the World Championships back then, everybody did Greco-Roman. If you wanted to talk wrestling, you had to talk Greco-Roman, and we didn’t even know how to spell it. Our first competition with the U.S. team was in 1956. We went to those tournaments and we didn’t know much. We didn’t know the rules. They weren’t written in English. They didn’t keep score. There were three judges, and they would vote on the superior wrestler. We didn’t understand who won and why. It was a struggle through the early years.

This is tremendously satisfying for all of us early pioneers. We beat the rest of the world at its game. We have so few Greco-Roman wrestlers here in the USA. There are maybe only a few hundred in the whole country, in comparison to thousands and thousands in freestyle and folkstyle. It was a small number that carried the banner for the sport. This is a tremendous achievement for those on the team who won this title for us all.

Lee Roy Smith, Executive Director of the National Wrestling Hall of Fame

The United States Greco-Roman World Team Title at the 2007 World Championship is of monumental significance when you consider the odds our coaches and wrestlers have overcome to reach this goal. If you look back over the past several years our Greco-Roman program has made steady strides in developing World and Olympic medalists. This victory validates our program’s credibility on an international level and demonstrates that no matter what the rules or regulations, Americans can find their way to the top of the podium.

I particularly commend the leadership at USA Wrestling for successfully blending a foreign and American grown coaching staff that has developed our program to a championship status.

Brian Van Kley, W.I.N. Magazine publisher

The U.S. winning the Greco World team title is one of the greatest wrestling accomplishments in U.S. history when you consider all the variables. It was an uphill battle that the coaches and athletes totally bought into and believed they could accomplish from the beginning.

It shows what can be accomplished when you fully commit to a sizeable task and then work harder than anybody else to accomplish that. It’s a statement that the U.S. can be the best in the world in the Olympic styles, despite our athletes spending many years wrestling folkstyle.

I think Coach Steve Fraser was the catalyst for this win because he was the one who convinced everyone involved in the Greco program that they could win. But, I don’t think they would have ever actually won had he not had so many other quality coaches and athletes who also believe in the end goal. It’s just an incredible accomplishment.

Helen Vaughan, U.S. Greco-Roman Team sponsor along with the late John Vaughan

It give me cold chills. It is so wonderful. I wish John (Vaughan) was here to see it, but I’m sure he does know about it. It has been an honor to be affiliated with this. I have enjoyed it and look forward to staying involved in the future. At all times, John and I tried to do what we could do to help.


Rijkaard no ve bien a Ronaldinho y le pide que reaccione

setembro 21, 2007

Frank Rijkaard, técnico del Barcelona, ha pedido a Ronaldinho “una reacción”, después de haberlo sustituido en los tres últimos partidos y aunque está convencido de que el brasileño “es recuperable”, insistió en que “de vez en cuando hay que sufrir”. El estado físico de Ronaldinho monopolizó la comparecencia de prensa del entrenador azulgrana.


A sedução no palco

setembro 10, 2007

Embora planeasse ter mais tempo livre, 2006 foi um ano recorde para Cate Blanchett no que se refere ao volume de trabalho. Logo a seguir a filmar Babel, com Brad Pitt, no deserto marroquino, iniciou a rodagem de O Bom Alemão (ao lado de George Clooney), em Los Angeles. Daí voou para Londres, para filmar The Golden Age (com Clive Owen), seguindo para Montreal, onde rodou I’m Not There, e daí novamente para o seu país natal, a Austrália, onde anunciou que aceitara o convite para assumir a co-direcção (com o marido, o argumentista Andrew Upton) da Companhia de Teatro de Sydney a partir de Janeiro de 2008.

Em O Bom Alemão, interpreta uma alemã procurada pelo ex-amante, um jornalista americano (Clooney). Este acaba por se ver envolvido numa emaranhada teia de mortes, contrabando e espionagem. Realizado por Steven Soderbergh, que co-produziu vários filmes com Clooney, o filme reintroduz alguns dos conceitos estilísticos e dramáticos dos filmes
negros das décadas de 40 e 50.

Poderemos também ver Blanchett num tipo de drama muito diferente, contracenando com Dame Judi Dench em Diário de um Escândalo, em que encarna uma professora londrina que tem um caso com um aluno de 15 anos e é chantageada pela solteirona, possessiva e despeitada Dench. O filme irá provavelmente provocar controvérsia de ambos os lados do Atlântico e confirmar a crescente suspeita de que Blanchett é, actualmente, a mais destacada actriz do planeta.

Juntamente com o marido, Cate Blanchett, de 37 anos, divide o seu tempo entre Londres e Sydney, ao mesmo tempo que cria os dois filhos do casal, Dashiell John, de cinco anos, e Roman, com dois.

Sendo casada e mãe de dois filhos pequenos, o facto de ter trabalhado tanto no ano passado representou uma grande pressão para a sua vida familiar?
O trabalho stressa-me muito mais que os meus filhos. Adoro o tempo que passo a cuidar deles e a brincar… Os meus filhos são o meu oásis. Representar é sempre um processo que me mexe muito com os nervos. Isto faz parte da minha natureza, porque me faz chegar aonde eu preciso, como actriz. Como mãe, porém, descobri que quanto mais coisas me proponho fazer, mais coisas faço. Há quem tenha medo de ter filhos por temer que isso transtorne completamente a sua vida. Mas eu não tenho medo da mudança. Além disso, tenho a sorte enorme de ter um marido que me apoia muitíssimo e cuja profissão lhe permite ficar em casa quando eu estou fora.

Fascinante Cate Blanchett, que tem no Teatro a sua grande paixão, vai poder, em 2007, regressar às suas raízes profissionais e deixar para trás Hollywood.

A direcção da Companhia de Teatro de Sydney vai permitir-lhe um certo abrandamento?
Espero bem que sim! (Ri) Acho que me vou sentir menos ansiosa ao fazer as malas para ir passar três meses na Europa ou em Los Angeles se tiver a perspectiva de voltar a um lugar que me é familiar. Penso que a maioria dos australianos têm uma ligação profunda à sua terra e esse sentimento nunca os abandona. Vai ser óptimo poder voltar e sentir-me novamente envolvida na comunidade artística local. Além disso, quero que os meus filhos sintam o ritmo de vida de Sydney e conheçam esse mundo tal como eu me habituei a conhecê-lo.

Acha que este cargo vai mudar a sua vida?
É um novo desafio. A minha vida foi sempre assim: de vez em quando, leva um abanão. Nunca esperei ter a carreira que se me abriu desde que fiz Elizabeth. Tem sido tudo fantástico e penso que isso explica porque é que eu tenho mantido este curso, porque, de certa forma, sei que te-nho sido muito afortunada e não quis recuar, apesar do meu medo de encarnar constantemente novas personagens e de não atingir um nível de desempenho que me satisfaça.

Vai participar como actriz nas peças de teatro que a sua companhia vai encenar?
Depende do projecto. Mas a experiência de fazer Hedda Gabler (em 2003) foi tão positiva que quero mesmo estar envolvida na maior parte das produções que iremos levar à cena. Trata-se de um compromisso muito sério, e tanto eu como o Andrew estamos empenhadíssimos nele.

Isso significa que vai pôr um ponto final na sua carreira em Hollywood?
Não totalmente. Vamos ter três meses por ano para nos dedicarmos a outros projectos e isso permite-me continuar a fazer filmes. Por outro lado, tenho trabalhado tanto ultimamente – e 2007 parece ir pelo mesmo caminho – que esta mudança de ritmo virá mesmo a calhar. O teatro sempre foi a minha grande paixão, e vou ter a oportunidade de regressar às minhas raízes profissionais.

Falemos de O Bom Alemão. Toda a gente quer saber o que achou de George Clooney…
É de um encanto extraordinário e apoiou-me muito. Deve ter pensado que eu estava muito ansiosa em relação à minha personagem e sorria-me, o que me fazia descontrair um pouco. Além disso, tive a oportunidade de trabalhar com um grande homem, o realizador Steven Soderbergh.

Conviveu com George Clooney nos tempos livres?
Normalmente, sou bastante solitária quando estou a trabalhar. Tenho dificuldade em estabelecer relações muito próximas com os outros elementos da equipa. Tenho de ficar dentro do meu pequeno mundo e isso não deixa muito espaço para conhecer melhor as pessoas quando acabamos de filmar e regressamos ao hotel.

A sua carreira não tem sido típica das estrelas de Hollywood. Porque é que tem recusado ofertas de grandes estúdios em favor de papéis mais pequenos?
Acima de tudo, adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela em todos os filmes nem de aceitar papéis que forçosamente dirigirão as atenções sobre mim. Quando fiz de Katharine Hepburn em O Aviador, sabia que podiam criticar-me por não conseguir imitar bem o sotaque dela e exagerar na interpretação. Ora aí é que bate o ponto! (Ri) Nós queremos correr o risco de ser humilhados porque ficamos muito mais satisfeitos com o nosso trabalho se acabarmos por fazê-lo bem. É esse o princípio de repulsão-atracção que está aqui em jogo. Foi como quando aceitei um papel secundário em O Talentoso Sr. Ripley. Fi-lo porque a personagem tinha uma vulnerabilidade singular com que me identifiquei bastante.

“Adoro representar e não sinto necessidade de ser a estrela
em todos os filmes.”

Como é quando não está a trabalhar?
(Ri) Muito mais desorganizada… Depois dos 30 permiti-me a mim própria ser mais descontraída e não me preocupar tanto. Vive-se muito melhor assim.

Como é que a Cate e o seu marido conseguem conciliar a vossa vida familiar com tantas solicitações profissionais?
Nem sempre é fácil, mas o Andrew é um homem tão bom e tão forte que não me deixa sentir demasiado pressionada ou atormentada quando tenho tendência para me enervar ou para me sentir ansiosa. Ele tem sido a grande força pacificadora da minha vida e fez de mim uma mulher muito mais feliz. Acho que ter tido os meus filhos também alterou radicalmente a minha mentalidade egoísta, típica dos actores. Antes do nascimento deles vivia muito mais para o trabalho porque tinha tendência para achar que o mundo girava à minha volta e dependia dos papéis que eu aceitasse. Isso torna-se a nossa vida, por assim dizer. Mas o casamento e a maternidade forçam-nos a abandonar essa perspectiva obsessiva. Passa a existir um outro universo que ocupa as nossas energias, muito mais gratificante do ponto de vista emocional. Esse universo alimenta-me. A representação esgota-me.

É uma mulher mais fraca ou mais forte do que a imagem que os seus papéis projectam para o público?
O único sítio em que me sinto totalmente segura e em paz é em casa, com a minha família. Adoro essa sensação.


Alma, Sexo e Glamour

setembro 10, 2007

Christina Aguilera nunca se coibiu de provocar. Ao longo da maior parte da sua carreira, e especialmente com o seu famoso videoclipe Dirrty, procurou usar o sexo como um aríete irónico para pontuar e promover a sua música. Dotada, porém, de uma voz celestial (ou diabólica), mostrou que tem mais para dar que vácuos devaneios pop. No seu último CD, Back to Basics, Aguilera abandona a sua personagem Xtina/Grande Meretriz e converte-se numa vampe loura platinada ao estilo de Jean Harlow, armada de um som soul revivalista mas, ao mesmo tempo, surpreendentemente novo.

“É desta música que eu gostava em criança”, nota Aguilera. “Há nela muita emoção e vulnerabilidade, e também muita dor, sentimentos com que me identificava quando era uma rapariguinha com um ambiente familiar violento. Ouvia aquelas canções vezes sem conta, para me abstrair da destrutividade que existia na minha casa. Eram a minha fuga, e por isso sempre me senti profundamente ligada a esse tipo de música.”

Ao render homenagem a Billie Holliday, Aretha Franklin e várias influências da soul e do jazz dos anos 20, 30 e 40, Aguilera corre o risco de desagradar à maioria dos seus fãs, na faixa da adolescência, e de provocar a hostilidade dos críticos por estar fora da sua coutada ao interpretar clássicos do passado. Mas a antiga garota do Clube Disney mostra que é uma mulher de armas quando se trata de utilizar todos os recursos da sua voz. Além disso, é refrescante ver uma diva da pop abandonar o território que lhe é familiar para dar um abanão no seu destino artístico.

A revolução musical de Aguilera ocorreu no contexto do seu casamento, há ano e meio, com o produtor discográfico Jordan Bratman. Na entrevista que se segue, a cantora reflecte sobre a sua recente metamorfose musical e pessoal.

É notável a sua transformação em Back to Basics. Gosta de reformular a sua imagem e a sua música?
Para mim, é importante explorar diferentes rumos musicais e artísticos. Não é apenas um estratagema ou uma manobra publicitária, porque não é uma estratégia prudente, longe disso. Gosto de pensar que estou a correr alguns riscos artísticos ao apresentar este tipo de música, porque sei que não é isso que as pessoas esperavam de mim. Mas acho que é uma atitude saudável.

E o visual Jean Harlow/anos 40?
Quis mudar a minha aparência de modo a que ela reflectisse o que estava a sentir em termos da música que me interessava fazer. No meu caso, entrar no espírito da música ajuda-me a aproximar-me do espírito dos tempos e dos artistas de uma época. O bâton vermelho, o penteado e o visual fazem parte da minha integração na vida e na música desse tempo. Tal como um actor, entro numa personagem e quero viver na sua pele.

Foi-lhe difícil “vender” um álbum assim à sua editora?
Há alguns anos mudei de produtor. Adquiri um controlo muito maior sobre a música que faço e estava determinada a gravar um álbum deste género. Acho que já atingi um nível de êxito que, de alguma forma, me dá o direito de mudar de rumo e não me limitar a fazer outro CD parecido com o Stripped ou o que quer que o público estivesse à espera ou fosse comercialmente mais rentável. Adoro esta música e penso que haverá muita gente interessada em me ouvir num registo diferente, com tanta alma, emoção e sentimento.

Acha que um CD deste tipo amainará um pouco a tempestade e a controvérsia que o seu álbum Stripped e o videoclipe Dirrty provocaram?
Não sei, acho que não tem nada a ver uma coisa com a outra. O álbum Stripped reflecte o meu lado sexual, que eu não tenho receio de expressar. Penso que as mulheres deviam abraçar a sua sexualidade, porque é uma parte fundamental da natureza humana e não deve ser reprimida. Não se deve esperar das mulheres que obedeçam a quaisquer normas ou modelos de bom comportamento ou decência. Quem é que os define? As mulheres devem poder traçar os seus próprios limites.

Tem necessidade de provocar?
Gosto de ser capaz de ultrapassar barreiras, de ser ousada, de não me retrair. É a vantagem de ser cantora: posso libertar toda a energia que está dentro de mim e utilizar a minha música e a minha presença física para me definir e expressar emoções profundas. Não tive uma infância e uma adolescência fáceis – e com isto não estou a pedir às pessoas que sintam pena de mim ou coisa do género –, e este álbum exprime muitas das sensações que retenho dessa época da minha vida. Acho que é saudável falar destas coisas. A minha música tem uma vertente catártica.

É importante para si poder abrir-se ao público tal como faz neste álbum?
A tristeza é uma emoção que toda a gente pode partilhar e compreender, e espero que as pessoas encontrem algo nas minhas canções que as toque. É sempre bom saber que não estamos sós no mundo, que não somos os únicos a passar por momentos difíceis ou a não sentir a felicidade que desejamos.

Nunca teve medo de se vestir de forma bastante ousada ou de falar abertamente sobre sexo…
Adoro roupas sexy. Por que não haveria de gostar? É divertido sair por aí a pavonear os nossos dotes. É claro que podia ser mais discreta, recatada e reservada, mas não seria eu própria. Sinto-me bem com a minha sexualidade e com o meu corpo e acho que é uma atitude mais sadia do que sentir-me embaraçada em relação a questões que tenham a ver com o sexo ou ter vergonha de ser expressiva.

Mencionou um ambiente familiar hostil. [O pai de Aguilera, Fausto, batia na mãe até que esta o deixou, quando a cantora tinha sete anos]. Back to Basics foi uma forma de lidar com essa etapa do seu crescimento?
As letras e o que senti quando estava a cantar estas canções tiveram muito a ver com isso. A música tem o dom de evocar memórias e sentimentos quando a escutamos, e é isso que me acontece quando escrevo ou canto. É uma emoção avassaladora.

Uma das canções de Basics, Save Me From Myself, é dedicada ao seu marido, Jordan Bratman. Que efeito teve a presença dele na sua vida?
Quando se tem um pai violento, uma série de modelos masculinos muito negativos na nossa vida e se conheceu tipos pouco recomendáveis que tentaram manipular-nos, precisamos de alguém que possa modificar rapidamente essa percepção e salvar-nos das nossas piores tendências e atitudes. Jordan é o meu protector, o meu herói; afastou-me de todas aquelas paragens sombrias em que a minha mente costumava internar-se. Perdi muito tempo à procura de uma figura paternal nos homens errados, e Jordan é o primeiro homem na minha vida que realmente me amou e me tratou com respeito, como mulher e como pessoa. É muito importante para mim.

Como vê o seu casamento?
É uma coisa muito bonita. Tem sido uma revelação ter este homem forte e carinhoso na minha vida. Sei que ele está sempre disposto a apoiar-me e a defender-me. Embora possa não parecer, às vezes sinto-me frágil e vulnerável, e Jordan faz-me sentir muito mais segura.

Preocupa-a que a fama possa afectar o seu casamento, ou a possibilidade de poderem discordar quanto ao seu rumo artístico?
Jordan tem uma coisa excelente: não me quer moldar, quer deixar-me ser quem sou e seguir o meu instinto. É um homem muito calmo, muito sereno. Aconselha-me, mas de uma forma construtiva. Não há palavras para exprimir como é importante ter esta presença terna e reconfortante na minha vida. Esperei muito tempo para encontrar estas qualidades num homem.